Acessibilidade web: tudo o que você precisa saber
Entenda porque é importante ter um site acessível para qualquer pessoa, tenha ela uma deficiência ou não
Por A2C

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Se você está se perguntando porque deveria saber sobre acessibilidade web nós temos mais de 45 milhões de motivos. Esse é o número de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência que dificulta o acesso à informação, interação e navegação na internet. Eles representam cerca de 24% da população brasileira segundo o Censo do IBGE de 2010. Por isso, tornar a web acessível beneficia indivíduos, empresas e a sociedade.

A tecnologia não apenas facilita a vida das pessoas com necessidades especiais como torna a vida possível para elas. No entanto, por mais que a acessibilidade e a inclusão sejam assuntos que permeiam todas as esferas da vida e do trabalho, muitos sites e ferramentas ainda não estão adaptados ou ainda são desenvolvidos com barreiras de acessibilidade que os tornam difíceis ou até mesmo impossíveis de serem usados por pessoas com necessidades especiais. A acessibilidade web é uma forma de garantir que as pessoas com todo e qualquer tipo de deficiências não enfrentem esses obstáculos ao acessar a web.

Por isso, a A2C  busca liderar esta questão, que é muito importante para nossa empresa e que envolve profissionais especialistas em áreas tão diversas como desenvolvimento web, UX, design, conteúdo, SEO. É importante como negócio, pois somos especialistas em transformar sites e plataformas acessíveis, sempre seguindo requisitos da legislação nacional e das normas internacionais. Mas também e, principalmente, como forma de conscientização para uma web para todos. Para saber mais sobre as competências da A2C, clique aqui.

Conheça mais sobre o tema neste artigo onde levantamos tudo o que você precisa saber sobre acessibilidade digital:

O que é acessibilidade web?

Acessibilidade web envolve uma série de recursos que possibilitam a navegação, a compreensão e a interação de qualquer pessoa na internet, independentemente de suas dificuldades. Isso significa que sites, ferramentas e tecnologias são projetados, desenvolvidos e codificados adequadamente para que pessoas com deficiências permanentes ou com incapacidades momentâneas, como um braço quebrado por exemplo, possam usá-los. Dessa forma as pessoas, independentemente de suas limitações, podem perceber, entender, navegar, interagir e contribuir para a web.

Confira a série de artigos escritos por Jonas Vieira, especialista no assunto aqui na A2C e saiba mais sobre a lei de acessibilidade e como adequar-se às normas.

Na cartilha Acessibilidade na Web, produzida pelo World Wide Web Consortium (W3C) Brasil define acessibilidade na web como

“a possibilidade e a condição de alcance, percepção, entendimento e interação para a utilização, a participação e a contribuição, em igualdade de oportunidades, com segurança e autonomia, em sítios e serviços disponíveis na web, por qualquer indivíduo, independentemente de sua capacidade motora, visual, auditiva, intelectual, cultural ou social, a qualquer momento, em qualquer local e em qualquer ambiente físico ou computacional e a partir de qualquer dispositivo de acesso”.

Porque se preocupar em tornar um site acessível?

É essencial que a web seja acessível para promover igualdade de oportunidades a pessoas com habilidades e condições diversas. As empresas que não cumprem as diretrizes de acessibilidade web correm o risco de ações legais movidas por indivíduos ou associações que protegem os direitos humanos.

O acesso às tecnologias de informação e comunicação foi definido como um direito humano básico na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (UN CRPD). No Brasil, a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015) estabelece que:

“Art. 63. É obrigatória a acessibilidade nos sítios da internet mantidos por empresas com sede ou representação comercial no País ou por órgãos de governo, para uso da pessoa com deficiência, garantindo-lhe acesso às informações disponíveis, conforme as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente.”

Quem guia o nível de “acessibilidade web”?

As Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web (WCAG) foram criadas em 2018 pelo W3C e por especialistas do Google, Microsoft, IBM e empresas especializadas. Elas abrangem um vasto conjunto de recomendações que têm como objetivo tornar o conteúdo Web mais acessível. O cumprimento destas diretrizes fará com que o conteúdo se torne acessível tanto a um maior número de pessoas com incapacidades como aos usuários em geral.

Os critérios de sucesso das WCAG 2.0 são escritos sob a forma de declarações testáveis, que não dependem de uma tecnologia específica. As WCAG 2.0 sucedem às Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web 1.0 [WCAG10] publicadas como uma Recomendação W3C em maio de 1999. Apesar dos conteúdos poderem estar em conformidade com as WCAG 1.0 ou com as WCAG 2.0 (ou ambas), o W3C recomenda que os novos conteúdos, ou os que sejam objeto de atualização, utilizem as WCAG 2.0.

No Brasil, o E-MAG (Modelo de Acessibilidade do Governo Eletrônico) foi institucionalizado através da Portaria nº 03, de 07 de maio de 2007. O e-MAG tem o compromisso de ser o norteador no desenvolvimento e a adaptação de conteúdos digitais do governo federal, garantindo o acesso a todos. E é considerado como a diretriz oficial para todos os sites brasileiros. Sua construção está pautada no WCAG mas considera o contexto local. Ou seja, é coerente com a realidade brasileira. Atualmente está em sua terceira versão, lançada oficialmente em 21 de setembro de 2011.

Ao estar familiarizado com o padrão WCAG 2.0 e seguindo práticas e listas de verificação que abordam os problemas mais comuns de acessibilidade é mais fácil evitar problemas. Outro ponto importante é que a acessibilidade web é mais facilmente trabalhada nos primeiros estágios de design e desenvolvimento de um site, em vez de ser tratada posteriormente, de modo que o código precise ser alterado retroativamente.

Checklist de elementos essenciais para acessibilidade

 

NAVEGAÇÃO

É o requisito número 1 quando o assunto é acessibilidade web. Tendo os usuários alguma deficiência ou não, se um site não foi projetado adequadamente para permitir uma navegação simples, algumas das informações serão de difícil acesso.

Alguns elementos de navegação:

Ordem de tabulação

Para pessoas com deficiências é extremamente importante que os sites possam ser navegados usando apenas um teclado. Isso permite que todos os usuários que dependem da navegação pelo teclado percorram uma página de maneira intuitiva, mesmo que não possam ver a tela.

Marcos

Assim como marcos físicos ajudam as pessoas a se localizarem no espaço real, os pontos de referência incluídos no código do site fornecem indicadores de navegação. Eles permitem, por exemplo, que os leitores de tela identifiquem e se comuniquem com o menu de navegação da página para que os usuários possam acessar rapidamente sem precisar ouvir todo o texto de uma página.

ESTRUTURA DO SITE

Websites adequadamente estruturados usam níveis de texto que foram logicamente nomeados para mostrar as relações entre diferentes áreas de conteúdo. Usuários da web sem deficiência visual podem entender a estrutura do site e o conteúdo de uma página de maneira natural e rápida, pesquisando títulos. Para pessoas que não podem confiar em dicas dependentes da visão, as páginas devem ser estruturadas para fornecer informações semelhantes aos leitores de tela.

Isso pode ser feito garantindo que cada página seja estruturada para incluir:

Títulos exclusivos

Todas as páginas devem receber um título único e lógico, de modo que duas páginas não compartilhem o mesmo título. O título da página deve aparecer no navegador acima da barra de endereços da web.

Cabeçalhos

Seções com conteúdo devem ser formatadas usando designações de estilo de título, como “Título 1”, “Título 2” e assim por diante, em vez de depender de variações no texto visual, como alterações de fonte ou tamanho de fonte.

Listas

Qualquer lista com marcadores ou numerada deve ser identificada como tal, em vez de usar recuos ou símbolos para indicá-la. Além de ajudar os usuários a identificar informações como pertencentes a uma lista específica, seguir esta prática ajuda a comunicar o número de itens na lista.

TEXTO

As deficiências visuais incluem uma ampla gama de problemas como miopia, daltonismo ou, no estágio mais avançado, cegueira total. O desenvolvimento de sites que permitem flexibilidade na exibição do texto fornece aos usuários uma variedade de opções simples que podem melhorar significativamente a facilidade de ler o texto de um site.

Opções de texto devem incluir:

Tamanho

Os usuários devem poder aumentar ou diminuir facilmente o tamanho do texto. O texto também deve ser exibido com eficiência em vários tipos de dispositivos, incluindo desktop, celular e tablet.

Contraste

Um contraste de cores adequado entre texto e fundo reduz os desafios criados pelo daltonismo ou outras condições de deficiência visual. O WCAG 2.0 tem diretrizes claras sobre níveis de contraste para uma variedade de tamanhos de texto.

Cor

As cores não devem ser usadas para transmitir significado. Mas se houver essa necessidade, opções alternativas também devem ser fornecidas para comunicar o significado. Isso se aplica a recursos como texto realçado.

IMAGENS

Usar imagens para transmitir significado ou navegar em páginas da Web impede que as pessoas acessem informações adequadamente.

Alguns dos principais problemas relacionados a imagens incluem:

Imagens em vez de texto

Infelizmente, os leitores de tela tratam uma imagem mostrando o texto como se fosse uma foto ou um logotipo. Isso, por sua vez, impede que os usuários naveguem ou compreendam adequadamente os principais elementos da página.

Falta de texto para imagens

Adicionar descrições de texto a imagens permite que usuários com deficiências visuais entendam o que está sendo exibido. Isso pode ser importante para gráficos como fluxogramas, esquemas, mapas, gráficos ou botões de menu.

HIPERLINKS

Hiperlinks são uma das principais características dos sites, permitindo que as pessoas naveguem facilmente para outras páginas para buscar detalhes adicionais de informações relacionadas. No entanto, para as pessoas que dependem de dispositivos assistivos, como leitores de tela, os sites não devem nomear links usando termos como “leia mais”. Isso não fornece contexto para esses usuários.

Outro problema a ser evitado é que, muitas vezes, os endereços de hiperlink são compostos por longas cadeias de letras, números e símbolos. Ouvir links como esses em voz alta gera confusão. Os hiperlinks devem usar termos e idiomas comuns em vez de apenas indicar o endereço da Web.

MULTIMEDIA

Nesta área, as tecnologias de software e aprendizado de máquina estão melhorando rapidamente para fornecer serviços eficientes e automáticos, como legendas automáticas. Para pessoas da comunidade surda ou para pessoas com dificuldades auditivas, legendas e transcrições podem fornecer texto sincronizado ao exibir um vídeo ou um arquivo de texto transcrito que pode ser lido separadamente. Versões em texto de quaisquer arquivos de áudio devem ser disponibilizadas.

FORMULÁRIOS

É importante que os formulários sejam projetados adequadamente.

Navegação

O usuário deve ser capaz de acessar logicamente cada um dos campos no documento.

Instrução e rotulagem

As instruções relacionadas aos campos de formulário geralmente são bloqueadas para evitar a edição de conteúdo não relacionado a campos. Infelizmente, isso torna as instruções relacionadas a esses campos de formulário ilegíveis para um leitor de tela. Todos os campos de formulário, caixas de seleção ou menus suspensos devem ser claramente identificados e passíveis de serem lidos pelos leitores de tela.

Time-out

Muitos formulários online incorporam um recurso de tempo limite para fins de segurança. Infelizmente, isso pode deixar os usuários navegando pelo teclado ou aqueles que usam leitores de tela com tempo insuficiente para concluir o formulário – mesmo que o concluam em uma sessão contínua. As páginas de formulário devem ser projetadas para permitir que o usuário estenda o tempo para preencher um formulário quando necessário.

Como testar se um site é acessível?

Para ser considerado acessível, o site precisa de um percentual de aderência de, no mínimo, 95% (noventa e cinco por cento), de acordo com relatório gerado pelo Avaliador e Simulador de Acessibilidade em Sites – ASESWEB.

No entanto, mesmo que tenha sido cuidadosamente projetado e os testes de acessibilidade tenham verificado a conformidade é importante lembrar que, uma vez que um site ou aplicativo tenha sido lançado, a manutenção contínua ainda é necessária. Isso garantirá que os problemas de acessibilidade não surjam das atualizações ou alterações do site na maneira como as pessoas acessam o site por meio de novos tipos de dispositivos auxiliares. Toda organização deve ter um papel claramente definido para verificar rotineiramente problemas de acessibilidade e resolvê-los rapidamente se eles surgirem.

Pontos que tornam um site acessível de acordo com tipos de deficiência

O desafio é projetar um site e um software que atendam às necessidades, preferências e situações dos diferentes usuários. A acessibilidade web também pode beneficiar pessoas com alguma dificuldade temporária, como um braço quebrado ou conexões lentas de Internet, por exemplo.

Para que o site seja verdadeiramente acessível ele precisa atender uma série de limitações e dificuldades dos usuários. Confira algumas:

Deficiências visuais

Baixa visão

Com um site acessível, não há dificuldades para identificar e clicar em hiperlinks, barras e botões, ou para aumentar o tamanho das letras.

Daltonismo

Em sites propriamente desenvolvidos, pessoas com problemas no reconhecimento de cores não se confundem nem perdem informações, porque todas as informações apresentadas por meio de cores são transmitidas, também, de outras formas.

Cegueira

Da mesma forma, em sites desenvolvidos para serem acessíveis, ao utilizar programas leitores de tela no computador cegos podem navegar sem dificuldades. Eles podem preencher formulários, acionar botões por meio de comandos do teclado e acessar as informações que estão em imagens, por meio de textos alternativos.

Deficiências auditivas e surdez completa

Os sites acessíveis permitem que surdos possam acessar informações que estão originalmente em áudio e em vídeo com transcrições, legendas e traduções em Libras (Língua Brasileira de Sinais).

Deficiências motoras e mobilidade reduzida

Pessoas com estes tipos de dificuldade, principalmente com mobilidade reduzida nos membros superiores, podem usar apenas o teclado, com ou sem adaptadores, para acessar os conteúdos e conseguem navegar com facilidade por todos os menus e seus subitens, serviços, formulários e informações disponíveis.

Deficiências intelectuais

Em sites acessíveis portadores de Síndromes de Down, X Frágil, Angelman e Prader-Willi, com alterações no desenvolvimento das funções cognitivas (raciocínio, memória, atenção, juízo), da linguagem, das habilidades motoras e da socialização, podem ajustar a velocidade das animações e têm acesso a conteúdos em texto, áudio e vídeo para facilitar a compreensão em um ritmo próprio.

Baixa experiência computacional

A acessibilidade web permite que pessoas com pouca experiência no uso de tecnologia aprendem, com facilidade, a acessar serviços fundamentais para seu dia a dia e encontrem as informações de que necessitam.

Idade avançada

Com o avanço da idade, muitas das dificuldades citadas acima, de baixa visão, mobilidade reduzida e até a pouca experiência do usuário no uso do computador, em alguns casos, limitam o acesso às informações pela web. Mas com site acessíveis, os idosos conseguem encontrar todas as informações de que necessitam devido ao bom contraste, assim como pelo tamanho dos textos, navegabilidade e baixa complexidade das interações.

Restrições de ordem técnica e tecnológica

Problemas de conexão com a Internet

Um site com requisitos de acessibilidade web tem um desempenho melhor em qualquer tipo de conexão.

Dispositivos móveis

Acessibilidade web também proporciona a facilidade de uso, mesmo em telas e teclados muito pequenos e com velocidade de conexão e capacidade de processamento e armazenamento reduzidas.

Leitores de tela simulam como é navegar pelo site por deficientes visuais

Os leitores de telas são programas que interagem com o Sistema Operacional do computador, capturam as informações em formato de texto e as traduzem em uma resposta falada por meio de um sintetizador de voz. Confira os principais leitores de tela disponíveis, hoje, no mercado.

Leitores de tela para Windows

 

JAWS

O leitor número 1 do mercado é o JAWS (Job Access With Speech). Esse programa permite aos usuários cegos ou com baixa visão acesso quase que total as principais funcionalidades do Windows. Entre elas estão a manipulação de pastas e arquivos, configuração e personalização do sistema, criação e edição de documentos no pacote de escritório Office, navegação em sites.
H5 Virtual Vision
O Virtual Vision é um leitor de tela totalmente desenvolvido no Brasil. É capaz de interagir com os principais programas normalmente utilizados em um computador, reconhecendo assim Word, Excel, Internet Explorer, Outlook, Skype, entre outros.

DOSVOX

Mais do que um leitor de tela, o DOSVOX é um sistema completo rodando em ambiente Windows. Desenvolvido pelo Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NCE UFRJ), o DOSVOX possui editor de texto, jogos e programas para ajudar na educação de crianças com deficiência visual ou cognitiva. A diferença de outros leitores de tela é que grande parte das mensagens sonoras emitidas pelo DOSVOX é feita em voz humana gravada, garantindo um conforto auditivo e cognitivo.

NVDA

O NVDA (Non Visual Desktop Access) é um leitor de tela gratuito e de código aberto, ou seja, acessível para um maior número de usuários. Em termos de funcionalidades e interação com o sistema ele está um pouco abaixo dos seus principais concorrentes que são pagos, mas vem evoluindo a cada nova versão. Um diferencial é que ele não precisa ser instalado no sistema, podendo ser levado em um pendrive ou qualquer dispositivo removível.

VoiceOver é o leitor de tela da Apple

Presente em todos os smartphones, notebooks e outros dispositivos da Apple, por ser um recurso nativo, o VoiceOver está totalmente integrado ao sistema do aparelho, pronto para o uso, sem depender de ninguém para fazer as configurações iniciais. Um dos seus principais diferenciais está na reprodução das informações em voz mais natural e em mais de 30 idiomas.

Benefícios de um site acessível

São muitas as razões porque, definitivamente, é do interesse de uma empresa tomar medidas para evitar ou corrigir problemas de acessibilidade web e que, por sua vez, reverberam por toda a sociedade.

Para as empresas e organizações

A acessibilidade web é uma excelente oportunidade para melhorar a visibilidade da marca, ampliar negócios e até reduzir custos com TI. Confira:

Marketing e Negócios

Ter um site acessível significa dar a oportunidade às pessoas de acessar o conteúdo ou os serviços oferecidos, o que significa também aumentar o número de potenciais clientes, melhorando a interação e o relacionamento com o público-alvo, com maiores chances de fidelização. A acessibilidade web pode tornar mais fácil para as pessoas encontrarem o site, acessá-lo e usá-lo com êxito, resultando em maior audiência e maior eficácia. Isso porque aumenta a capacidade de localização com a otimização dos motores de busca (SEO).

Responsabilidade social

Por meio da acessibilidade web, empresas e organizações podem cumprir um importante papel social que realmente promove a transformação. Plataformas digitais com uma comunicação moderna, colaborativa, empática e inclusiva trazem maior valor agregado à sua organização e fortalecimento da sua marca como empresa socialmente responsável.

Tecnologia

A implementação de soluções de acessibilidade web geralmente resulta em melhor desempenho técnico sob vários fatores como a redução no tempo de desenvolvimento e manutenção do site e otimização do uso da largura de banda e a carga do servidor. Essas soluções também estão preparadas para ativar o conteúdo em diferentes configurações, como dispositivos móveis, leitores de tela, diferentes sistemas operacionais e navegadores e oferecem compatibilidade entre navegadores. Com isso, também, suas plataformas digitais estarão mais preparadas para implementar tecnologias futuras.

Para a sociedade

É quase redundante falar em acessibilidade web e os benefícios que ela traz para a sociedade. Mas dar autonomia para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, além de idosos, leigos no uso do computador e analfabetos funcionais, aqueles incapazes de interpretar um texto, garante maior qualidade de vida. Ao participar mais ativamente da sociedade e, porque não, do mercado de trabalho, essas pessoas passam a gerar consumo e são menos dependentes de assistencialismo, em um círculo virtuoso de prosperidade.

Conclusão

Como você viu, há uma ampla gama de fatores a serem considerados para tornar um site acessível por qualquer pessoa, tenha ela deficiência ou não. Agora que você sabe tudo sobre acessibilidade web e entendeu sua importância convidamos para que navegue pelo nosso site, iniciando por nossa página de Acessibilidade.

A A2C tem as competências para transformar plataformas digitais acessíveis para todos e, assim, ampliar a visibilidade da sua marca.

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