SEO - Search Engine Optimization
[Guia Completo]

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Saiba como acelerar seus resultados com SEO estratégico
1. O que é automação de marketing?
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01
O que é SEO?
02
SEO técnico vs SEO de conteúdo
03
SEO On-Page
04
SEO Off-Page
05
SEO no Marketing Digital

Garanta acessos orgânicos qualificados para seu site com SEO

Você certamente já ouviu falar muito sobre SEO e até deve saber sua importância, mas conhece realmente a sua efetividade e o que uma boa estratégia de SEO pode fazer para ampliar o reconhecimento de marca e atrair clientes? Preparamos um Guia Completo sobre o assunto. Confira!

1. O que é SEO?

SEO significa Search Engine Optimization (otimização para mecanismos de busca).

Trata-se de um conjunto de técnicas de otimização para sites, blogs e páginas da web, aplicadas com o objetivo de alcançar as primeiras posições nos resultados de pesquisa de motores de busca como o Google.

Por que fazer SEO?

É importante lembrar que todo motor de busca é uma empresa que deseja oferecer o melhor para seus clientes - que, neste caso, são seus usuários. Nada mais justo então que estabelecer critérios de qualidade que filtram os melhores resultados, certo? Esses critérios levam em consideração desde a facilidade com que as páginas são escaneadas e avaliadas pelos buscadores até (e principalmente) a experiência do usuário com o conteúdo, que precisa ter suas dúvidas respondidas ao final da navegação.

Aparecer na primeira página dos resultados de busca está entre as principais metas de quem possui um site ou disponibiliza conteúdo na internet. Afinal, quem não quer exposição de marca grátis, visibilidade, acessos e cliques?

E é por isso que o SEO existe.

A aplicação das técnicas garante a adequação do site aos critérios de ranqueamento dos motores de pesquisa, facilitando o caminho até a tão cobiçada primeira página. Mas até que isso aconteça, é necessário estratégia, planejamento e fôlego para competir com milhares de outros sites.

Um erro comum entre os profissionais de marketing e tecnologia que conhecem os fundamentos básicos do SEO é criar pré-conceitos que, na prática, acabam prejudicando a aplicação das técnicas e limitando o potencial das otimizações.

Entre os mais comuns estão:

1. SEO é difícil e somente profissionais com muita experiência conseguem entender e aplicar;
2. As técnicas mais básicas de SEO sozinhas vão garantir o bom posicionamento de um site (como apenas otimização de url, título e texto);
3. SEO técnico é mais importante que estratégias de conteúdo e a constante manutenção do código é suficiente.

Para quem vive de teorias, esse tipo de conclusão faz muito sentido. Mas na prática nada disso é verdade: SEO não é um bicho de sete cabeças, mas também não funciona como um checklist operacional. Para conseguir os melhores posicionamentos é necessário conhecimento das técnicas e estratégias completas - do conteúdo até a arquitetura da informação e construção do código.

Independentemente do seu nível de maturidade no assunto, revisar o básico é fundamental para garantir que as ideias pré-formatadas sobre SEO serão esclarecidas de uma vez por todas. E é desse princípio que partimos para os próximos capítulos.

2. SEO técnico vs SEO de conteúdo

Uma estratégia de SEO é composta por diferentes técnicas e para que um site esteja 100% otimizado é necessário que atenda requisitos humanos e de máquinas. É nesse ponto que começa a confusão e surgem as maiores dúvidas de priorização. Confira as diferenças entre estes dois conceitos:

SEO técnico

Vamos chamar de SEO técnico todo o tipo de aplicação de manutenção de código.

Independentemente da linguagem de programação utilizada para a construção de um site, existem boas-práticas comuns que precisam ser levadas em consideração durante o planejamento de URLs, definição de páginas que devem ser indexadas pelo Google, elaboração de sitemaps (documentos que listam todas as páginas de um site) e por aí vai.

Além do planejamento durante a criação e estruturação de um site, o SEO técnico é uma tarefa constante, principalmente em endereços que possuem muitas páginas ou atualizações frequentes. É o caso de blogs, sites que apresentam serviços e produtos e e-commerces.

Mudanças frequentes significam novas URLs, exclusão de conteúdos antigos, alterações de filtros e paginações… ou seja, como tudo está conectado, esses ajustes podem impactar otimizações feitas anteriormente ou implicar em revisões do que será publicado.

Como se tudo isso não fosse suficiente, os motores de pesquisa se reinventam constantemente e vivem criando novas funcionalidades. É só lembrar de como a página de resultados de pesquisa era há 10 anos atrás. Vídeos e imagens misturados com links, resultados exibidos por geolocalização, perguntas frequentes apresentadas como opção de busca, pesquisa por voz: tudo isso veio com o tempo e quem não se atualiza perde espaço no meio de tanta novidade.

A maior parte dessas otimizações não é aplicada pelo profissional de SEO, que fica responsável por acompanhar as tendências, analisar e monitorar os sites, gerar relatórios de desempenho e orientar os programadores na aplicação das técnicas.

SEO de conteúdo

Todo site possui um objetivo e público-alvo diferente. Mapear todas as personas e seus comportamentos não é uma tarefa exclusiva do planejamento de SEO, mas é fundamental para que todas as estratégias estejam alinhadas - de mídia programática até automação de marketing.

A partir desse mapeamento é possível identificar tendências de pesquisa e construir estratégias completas, que vão desde a definição de temáticas para o marketing de conteúdo (desdobradas em blogs e materiais ricos), até a definição de estratégias para páginas de produto. Tudo é conteúdo.

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O esquema acima mostra como todas as frentes se conectam. Consumidores topo e meio de funil procuram informações, que direcionam para necessidades de serviços e produtos. Já consumidores fundo de funil procuram por produtos (páginas de venda) ou informações de produto (blog posts). Cada etapa tem sua própria estratégia e diferentes formatos de pesquisa.

O trabalho do profissional de SEO é identificar como essas buscas são feitas em cada uma dessas etapas e aproveitar as tendências para direcionar a criação de conteúdos que atendam cada intenção e objetivo. É nesse momento que entra o famoso planejamento de palavras-chave.

E aqui vale lembrar: determinar a melhor palavra-chave para a estrutura de um site que já existe é fundamental para que todo o conteúdo seja localizado. Mas planejar sites, páginas e blog-posts a partir das tendências de busca é ainda mais eficiente porque garante que tudo estará no formato que o usuário quer e não apenas adaptado para ele.

SEO Estratégico

Uma estratégia completa consiste em conseguir o melhor dos dois mundos: conteúdos bem elaborados e planejados, páginas que cumprem o propósito e atendem os objetivos dos usuários além de códigos otimizados, urls adequadas e arquiteturas bem construídas. Chega a ser audacioso separar SEO entre conteúdo e técnica quando tudo se mistura o tempo todo.

3. SEO On-Page

SEO On-Page são técnicas de otimização aplicadas dentro do domínio de um site, no conteúdo e na estrutura das páginas. Esse é o tipo mais comum porque contempla os elementos básicos de um site, como URL e título.

Confira as principais otimizações e saiba como adequá-los:

1. Título (title tag)

O título é um dos elementos mais importantes de uma página. Ele possui tanta relevância para SEO quanto o de um livro apresentado na capa.

O título (que fica na tag title no código) é apresentado nos resultados de pesquisa do Google e utilizado por robôs e usuários para compreensão do assunto da página. É por isso que todo título precisa ter uma palavra-chave, além de descrever o conteúdo a ser abordado, instigando o usuário a clicar e melhorando a relevância da página no Google.

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Dicas para criação de um bom título:

• Ter até 55 caracteres para que a frase não seja cortada nos resultados de busca;
• Ter uma palavra-chave clara e relevante para os usuários no assunto abordado;
• Não repetir a palavra-chave;
• Aplicar a palavra-chave no início da frase (sempre que possível);

2. Descrição (Meta Description)

A descrição de cada página é uma meta tag aplicada no código do site. Elas normalmente não aparecem em nenhum lugar no layout (a menos que tenha sido programado para isso). Sua função é descrever o conteúdo da página para os usuários na página de resultados de busca.

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A descrição não é um fator de ranqueamento. Apesar disso, é um elemento muito importante porque auxilia o usuário no entendimento do conteúdo e pode incentivá-lo a clicar para visitar o site. Uma alta taxa de cliques (CTR) somada a outros fatores como tempo de permanência da página e taxa de rejeição podem indicar um conteúdo de qualidade, favorecendo o ranqueamento.

Como criar uma boa meta description?

• Frases de 160 a 300 caracteres.
• Aplicar a palavra-chave, de preferência no início da frase. O Google negrita a keyword automaticamente quando identificada.
• Utilizar CTAs claros, chamando o usuário para conhecer o conteúdo da página. Termos como “Leia mais”, “Compre Agora” e “Saiba tudo sobre” costumam performar bem porque ajudam o usuário a entender exatamente que tipo de ação é esperada.

3. URL

URLs funcionam como o endereço de uma casa. Ao ler as instruções “virar à esquerda na rua X e à direita na rua Y” uma pessoa consegue chegar até a localização desejada. Da mesma forma, os robôs conseguem identificar a localização de uma página dentro do site através dos diretórios e palavras-chave aplicadas a ela.

É por isso que URLs precisam ser otimizadas e são um dos principais fatores de ranqueamento, já que ficam armazenadas no índice do Google.

Exemplo de URL otimizada:
www.a2c.com.br/guias/automacao-de-marketing-e-vendas/

Exemplo de URL não otimizada:
www.a2c.com.br/76/8705869548594

No primeiro exemplo, é possível compreender que a página “Automação de Marketing e Vendas” é um guia, porque está dentro do diretório nomeado desta forma. Além disso, também é possível identificar o conteúdo da página - essa informação é relevante tanto para robôs quanto para usuários.

 

Já no segundo exemplo, a URL traz apenas códigos que não podem ser entendidos pelo usuário e, provavelmente, também não farão sentido para os robôs. Desta forma, ao procurar em seu índice o Google não compreenderá o conteúdo da página, prejudicando seu ranqueamento.

Veja como otimizar uma URL:

• Utilize a palavra-chave (de preferência no começo);
• URL reflete a arquitetura da informação. Desta forma, deve conter os diretórios mais importantes para identificação do “endereço” da página no site;
• Prefira palavras a números, a não ser que sejam relevantes para o conteúdo;
• Utilize URLs curtas para que sejam legíveis na SERP (Search Engine Results Page).

4. Palavra-chave

As pessoas pesquisam o tempo todo e de diferentes formas, dependendo de seus objetivos. Elas querem descobrir um restaurante, compreender o significado de uma palavra, navegar em um site específico.. Cada assunto e intenção possui tendências de uso de palavras-chave que podem ser utilizadas para a construção de conteúdos mais assertivos e páginas otimizadas.

O uso de palavras-chave é um dos tópicos mais comuns dentro do SEO, mas vale lembrar que isso não é suficiente para deixar o site melhor posicionado. Além disso, é importante saber aplicar a palavra-chave escolhida nos principais elementos da página como URL, título, Heading Tag 1 e conteúdo.

 

Palavras-chave head tail

O termos head tail são amplos e normalmente possuem alto volume de pesquisa. Também são os mais concorridos porque apresentam um número elevado de resultados.

Palavras-chave long tail

Pesquisas específicas normalmente possuem menos competição e menor procura. Os resultados exibidos para esse tipo de palavra-chave são mais aprofundados e qualificados com a intenção do usuário. Além disso, esses termos normalmente são compostos por mais de três palavras.

Long Tail e Head Tail na prática

Tênis - Head Tail
Tênis vermelho para corrida - Long Tail

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Como escolher uma palavra-chave?

Existem diversas ferramentas de SEO que podem auxiliar a pesquisa de palavras-chave, entre elas Google Keyword Planner, Semrush e Ubersuggest.

Abaixo algumas dicas de como escolher os termos mais adequados:

• Cada página ou conteúdo precisa ter uma palavra-chave foco. Comece por aí: qual palavra melhor descreveria o assunto abordado? A melhor maneira de iniciar a pesquisa é usar um termo óbvio que poderia ser utilizado pelo usuário.

• O segundo passo é consultar os sites de busca/planejadores de palavra-chave e analisar os resultados mais adequados - nem sempre as pesquisas no Google são feitas da forma que imaginamos, então é importante consultar sinônimos e outras palavras que podem ser utilizadas para o mesmo assunto.

• Antes de decidir, analise volume de pesquisa, intenção de busca e competição. Muitas vezes a palavra-chave mais procurada não é a mais adequada para o assunto da página e um termo long tail (com menos volume de pesquisa) pode ser mais coerente.

5. Imagens

Imagens são muito importantes para os usuários, porque auxiliam na compreensão dos conteúdos. Além disso, os elementos multimídia criam boas experiência de navegação. É por esse motivo que o Google passou a exibir nos resultados de pesquisa imagens que sejam relevantes para os termos buscados.

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Além de imagens descritivas e leves (não vale aplicar imagens muito pesadas e que prejudiquem o tempo de carregamento da página), é importante explicar para os robôs o conteúdo ilustrado. Isso porque eles não conseguem compreender imagens da mesma forma que seres humanos.

Para descrevê-las, basta utilizar o atributo alt no código da página. É importante que o conteúdo exato da imagem seja descrito porque esse tipo de elemento também é utilizado para acessibilidade, auxiliando deficientes visuais a compreenderem o conteúdo.

6. HTTPs

O certificado de segurança auxilia na proteção do site, evitando que intrusos adulterem a comunicação entre o endereço e os navegadores. Além disso, protege a privacidade dos usuários, impedindo que mal intencionados acessem informações sigilosas, como dados bancários fornecidos para uma empresa durante uma compra.

Como o Google prioriza a experiência do usuário, é muito importante que os sites apresentados na SERP sejam seguros, dando mais credibilidade para os resultados exibidos. Por esse motivo, sites com https são priorizados em relação a sites http.

7. Mobile First

Atire a primeira pedra quem nunca desistiu de navegar em um site lento e não adaptado para o celular. Ninguém merece ter que ficar esperando uma página carregar ou ampliando para ler o que está escrito no texto.

Estamos cada vez mais conectados e utilizamos celulares para tudo: desde pagar as contas até ler notícias. E é para favorecer essa experiência que desde 2015 o algoritmo do Google prioriza sites responsivos a layouts que não se adaptam a diferentes dispositivos.

8. Link Building interno

O Google navega por links - tanto externos (vindo de outros sites), quanto internos (de uma página para a outra). É através da linkagem interna que os robôs e usuários compreendem a relação de conteúdos e conseguem acessar todas as páginas disponibilizadas em um site.

Por esse motivo, a arquitetura da informação deve ser planejada para linkar conteúdos semanticamente relacionados, assim como fazemos na criação de blog-posts e artigos, oferecendo ao usuário textos sobre o mesmo assunto.

9. Heading Tags

Heading Tags servem para mostrar a estrutura do texto para os buscadores. Elas são aplicadas no código da página conforme a hierarquia dos títulos e não aparecem para o usuário no layout.

É muito importante que todos os elementos estejam claros para o Google assim como estão para os usuários e, como os robôs não conseguem ver um layout da mesma forma que o ser humano, essas tags auxiliam sua percepção de importância das informações.

Como aplicar heading tags corretamente?

As heading tags vão de H1 a H6. Cada tag de cabeçalho tem um peso para o conteúdo, sendo H1 o mais importante e H6 o menos importante.

O h1 deve ser aplicado apenas uma vez no post, diretamente no título. O h2 deve ser aplicado no subtítulo (quando houver) ou em títulos de seções. H3, H4, H5 e H6 podem ser repetidos várias vezes e devem ser aplicados em títulos complementares.

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4. SEO Off-Page

Ao contrário do SEO On-Page, que é feito dentro do site, SEO Off-Page são todas as técnicas aplicadas fora do domínio. Para uma boa estratégia de SEO, essas duas categorias precisam ser implementadas em conjunto, potencializando todos os esforços de otimização.

Entenda os principais elementos do SEO Off-Page:

Link Building

A web é como uma grande teia de links e é por meio dela que os robôs escaneiam a procura de novos sites e páginas. Cada link recebido de um site externo é como um “voto de confiança” ou uma indicação. Assim, quanto mais links de qualidade apontando para um site, mais autoridade e confiança do Google ele recebe. Com esse indicador positivo, as chances de ranqueamento aumentam e muito.

Essa etapa de otimização é muito importante, mas também complexa. Afinal, como conseguimos links de referência vindos de outros sites? É uma prática que foge do nosso controle.

Como conseguir backlinks para o site?

Link Building é uma técnica difícil porque dependemos, principalmente, de outros sites para conseguir colocá-la em prática. Confira três dicas para obter os links externos:

• Guest posts: fazer parceria com sites e blogs trocando conteúdos e links.
• Criar conteúdos interessantes (como estudos e infográficos) com alto potencial de compartilhamento.
• Aproveitar releases enviados pela assessoria de imprensa, adicionando links para páginas mais relevantes do site.

Autoridade do Domínio

A autoridade de domínio é construída a partir da qualidade e quantidade de backlinks, mas também com outros fatores como: idade de domínio e confiabilidade. Isso porque, quanto mais antigo um site for, mais histórico existe sobre ele.

Sinais Sociais

O compartilhamento de conteúdo nas redes sociais também é um fator levado em consideração. Um blog post muito compartilhado acaba recebendo muitos links e tornando-se relevante entre os usuários, por isso criar conteúdos interessantes acaba sendo ainda mais importante.

5. Como SEO se conecta com outras competências de marketing digital?

As técnicas de SEO são, no fim das contas, um conjunto de boas práticas aplicadas a diversos elementos que constituem um site/página. Conteúdo, direção de arte, desenvolvimento, entre outros recursos. Todas as competências podem (e devem) levar em consideração recomendações baseadas em tendências de pesquisa.

Mas, além das competências básicas, existem outras frentes de uma estratégia de marketing digital que também podem se beneficiar do SEO. Confira abaixo como tudo se conecta:

Conteúdo:

Criatividade, boa redação e argumentos bem construídos são fundamentais para que um conteúdo performe na internet - e daí quando tudo isso é aplicado a partir da análise de dados, a probabilidade de dar certo é muito maior. É por isso que redação e SEO precisam andar sempre juntos, do planejamento da pauta até a aplicação das técnicas no conteúdo.

A partir do público-alvo e da pesquisa de tendências, é possível criar insumos indispensáveis, por exemplo:

• O que as pessoas querem saber sobre determinado assunto?
• Como as pessoas pesquisam por esse assunto?
• Quais suas maiores dúvidas?
• O que os outros sites respondem a esses questionamentos? O que fazem de bom e o que fazem de ruim?

Com esse tipo de informação, fica muito mais fácil desenhar o conteúdo, decidir a palavra-chave principal, o tamanho do texto e por aí vai. E como a redação é um elemento fundamental para ranqueamento, é muito importante que tudo esteja alinhado desde o início. Além disso, o conteúdo será determinante para que os usuários continuem voltando e consumindo mais informações, fazendo com que o Google reconheça a qualidade do texto e priorize na SERP.

User Experience (UX)

Se o Google leva a experiência do usuário em consideração para qualificar um site como bom ou ruim, trabalhar essa competência no planejamento de novas páginas torna-se fundamental também para uma estratégia de SEO.

Sem UX, um site pode até estar otimizado para os mecanismos de pesquisa e ranquear com facilidade, mas ao receber os visitantes o tempo de permanência nas páginas será baixo e a taxa de rejeição será alta. A partir dessa tendência de comportamento, o Google pode compreender que o site não está adequado para receber tanto destaque e o ranqueamento pode não durar. E, caso dure, talvez os usuários não se interessem pela navegação e não cumpram o objetivo - comprar produtos, entrar em contato, baixar conteúdos etc. E pior: a lembrança de marca causada pela exposição orgânica será ruim, já que a experiência no site não foi positiva.

Os estudos de usabilidade são indispensáveis e devem ser combinados aos estudos de SEO. O processo funciona assim:

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Sem usabilidade, SEO perde muito potencial. Sem SEO, as boas práticas de usabilidade poderão não ser suficientes para trazer usuários ao site.

User Interface (UI)

SEO também é responsabilidade das equipes de criação. Depois do protótipo, algumas técnicas já serão automaticamente levadas em consideração por quem faz o layout da página, mas alguns itens precisam ser pensados exclusivamente nessa fase. Por exemplo:

• Escolha de imagens: ilustrações, infográficos e fotos têm sido cada vez mais utilizadas pelo Google nos resultados de pesquisa. Ou seja, as imagens precisam ser pensadas não somente com o propósito de ilustrar e apoiar a redação, mas como elementos que podem ser usados para atrair os usuários para o site. Toda imagem precisa dizer alguma coisa e a melhor forma de fazer isso (principalmente em temáticas complexas) é usar e abusar de infográficos, tabelas e esquemas. Esse tipo de elemento torna a explicação mais simples e interessa quem está buscando informações. Também é essencial para quem procura por um produto específico e quer detalhes visuais.

• Peso das imagens: de nada adianta trabalhar imagens atrativas que não são carregadas na página porque foram exportadas com pesos monstruosos. A qualidade da ilustração é importante sim, mas seu tamanho pode prejudicar o tempo de carregamento da página, afastando os usuários e consequentemente prejudicando o índice de qualidade do site, que não será considerado adequado pelo Google. As imagens precisam ser leves e isso também pode ser considerado uma técnica de otimização de SEO.

• Heading Tags e tamanhos dos títulos: as tags de cabeçalho são aplicadas no código para facilitar a compreensão dos robôs sobre a hierarquia de informações na página. O título deve ser a frase mais importante e, por consequência, torna-se um H1. Subtítulos, intertítulos e tópicos possuem pesos diferentes e também precisam obedecer uma sequência lógica: H2, H3 e H4. Mas para que o código faça sentido, essa padronização precisa ser aplicada visualmente no layout da página. Um subtítulo deve ser de um tamanho ou fonte diferente do título principal, por exemplo. Isso facilita o entendimento de robôs e usuários sobre o que é mais importante e merece mais destaque.

Mídia:

O que acessos orgânicos têm a ver com mídia paga? À primeira vista, são coisas totalmente opostas, mas deveriam ser tratadas como complementares. Além de contribuírem para a mesma estratégia digital, os profissionais de mídia podem (e devem) aproveitar as técnicas de SEO e seus resultados nas campanhas. Entenda:

• Acessos e remarketing:
Aproveitar os usuários que já acessaram o site e interagiram com as páginas para criar listas de remarketing (re-impactando pessoas que não converteram) é uma prática comum. Com um site otimizado e um grande número de acessos orgânicos essa estratégia ganha ainda mais força, já que usuários orgânicos são ainda mais qualificados (pois pesquisaram para encontrar a marca, demonstrando interesse no assunto).

• Google Ads:
Além de aproveitar o planejamento de palavras-chave orgânicas para criação das listas que serão utilizadas em campanhas de busca paga, as técnicas de SEO também ajudam a qualificar as páginas que serão utilizadas nos anúncios. Uma página otimizada para busca orgânica terá um índice de qualidade muito maior no Google Ads, deixando as campanhas mais baratas e favorecendo a conversão.

• Tendência de pesquisa aplicadas a CTAs:
As tendências de pesquisa também podem ser utilizadas para criação de anúncios mais qualificados e interessantes para o target. Conhecendo suas maiores dúvidas e palavras-chave mais utilizadas na hora de pesquisar, o profissional de mídia pode ser mais assertivo, criando call-to-actions com maior potencial de cliques.

• Exposição de marca e procura:
Campanhas de mídia agressivas geram exposição de marca e, consequentemente, podem influenciar na procura por produtos e informações no Google. É importante que o planejamento de marketing esteja 100% alinhado, aproveitando todas as oportunidades de pesquisa geradas pelo investimento.

Automação de Marketing:

Automação significa utilizar a tecnologia para interagir de forma personalizada com usuários - sejam prospects ou clientes. Inbound marketing e chatbots, por exemplo, fazem parte desta estratégia de automatização.

Saiba mais sobre automação de marketing.

Pouco adianta trazer leads qualificados para o site através de buscas orgânicas sem ter como direcioná-los para vendas, certo? Através dos processos de automação, é possível desenvolver estratégias de captação e nutrição, transformando leads em oportunidades que geram negócios. Veja dois exemplos de como as duas coisas se conectam:

• Tendência de pesquisa e a jornada de compras:
Cada pesquisa representa uma etapa da jornada do usuário. Buscas por informações amplas podem ser associadas ao topo do funil de vendas, porque normalmente são feitas quando os usuários ainda não conhecem muito de um assunto e, naturalmente, ainda não estão bem informadas sobre ele. Já buscas mais específicas sobre um produto ou serviço podem indicar mais maturidade e maior probabilidade de conversão.
Compreender as tendências de pesquisa é fundamental para planejar a estratégia de automação, pois determinarão como o usuário deve ser nutrido e direcionado para que esteja pronto para comprar.

• Trilhas de inbound marketing:
Inbound se faz com conteúdo. Nada melhor que aproveitar textos que já existem em um blog como complementos da trilha de nutrição. Melhor ainda se já estiverem categorizados de acordo com a jornada de compras e tendo certeza que os conteúdos irão interessar os leads.
As tendências de pesquisa são fundamentais nesse processo porque garantem que textos de qualidade produzidos com base nas principais dúvidas do consumidor, aumentando a probabilidade de conversão.

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