ISA 12: Design para o futuro

A A2C foi representada no ISA – Interaction South America 2012, congresso que ocorreu neste início de novembro em São Paulo.

Com foco na especialização de Design de Interação, o evento explorou o tema “Quem Irá Desenhar o Futuro?”. O destaque deu-se, principalmente, à palestra de Don Norman, criador dos termos “Experiência de Usuário” e “Design Emocional”.

Don Norman

O ISA é uma iniciativa do IxDA – Interaction Design Association, uma organização voluntária de profissionais que não visa lucros e tem associação gratuita e irrestrita. O IxDA oferece conteúdo local, nacional e global sobre temas de Design e luta pelo reconhecimento e remuneração adequados da profissão.

Aqui em Joinville estamos representados por três líderes locais: João Menezes e Bruno Duarte (designers da A2C) e Monica Possel (Informant), com apoio acadêmico do Professor Roy Schulenburg.

O ponto de encontro é o grupo no Facebook, que já conta com mais de 180 participantes. Acesse o grupo e confira a cobertura em tempo real de todos os dias de evento, com os destaques de cada seção e palestra. Outros nomes de peso que participaram foram Dan Saffer (Carnegie University, Nectarine), Massimo Banzi (Arduino), Olli Leino (Universidade de Copenhague), Jonathan Hull (Razorfish), Martin (In/situm) e Roger Pujol (Multitouch Barcelona).

E aqui na A2C já estamos com as malas prontas! O ISA 13 ocorrerá em Recife, no mês de outubro/2013. Estaremos lá!

Quem foi o vencedor? Quem de fato decidiu o resultado?

Atenção, este artigo não julgará a estratégia dos candidatos, apenas cita a influência que a internet teve no resultado do segundo turno em Joinville (SC).

Joinville tem hoje 370 mil eleitores, sendo 52% mulheres e 48% homens, no último domingo 314 mil compareceram às urnas, as pesquisas apontavam Kennedy com vantagem, Udo e sua equipe não desistiram em nenhum momento e no final de domingo, a “virada” aconteceu: as urnas mostraram uma realidade diferente do que as pesquisas apontavam.

A imprensa em geral cita diversos fatos que podem ter mudado o que as pesquisas apontavam, desde a doação do seu salário (Udo), um candidato de mãos limpas, a renovação, a questão que envolveu a paixão pelo futebol (JEC x AVAÍ), os debates em TV aberta, o poder e influência de LHS, entre outros.

O que fica evidente é que a internet foi utilizada, nem tanto pelos candidatos, mas sim por muitos eleitores, desde os mais jovens até os mais “experientes”, e é isso que está em questão neste artigo, as perguntas são:

  • O que “Dava para fazer” na internet?
  • O que fizeram os candidatos?
  • O quanto isso ajudou a decidir o resultado final?

A rede social mais utilizada no Brasil, o Facebook, tem mais de 250 mil usuários em Joinville, 95% têm acima de 16 anos (ou seja, já podem votar).

  • Fanpage do Udo: 6.500 fãs
  • Fanpage do Kennedy: 10.400 fãs

Esses números mostram um pouco o peso que tiveram as redes sociais nas ações dos candidatos.

Com ou sem intenções é inegável que a imprensa em geral e os eleitores se perguntaram e perceberam os fatos da última semana, o buzz que a internet gerou. Sabemos isso teve sua parte de influência no resultado, até mesmo o jargão que virou hit nas mídias sociais (no Facebook, principalmente) com diversas piadas “DÁ PRA FAZER”:

  • Praia no Rio Cachoeira;
  • Neymar e Messi no JEC;
  • Parar de chover em Joinville;
  • Fazer um rio para construir uma ponte que ligue o Aventureiro ao Boa Vista;
  • Abrir a Baía da Babitonga para desafogar o trânsito, entre outras tantas coisas sem sentido, fechando com: ”Liderar todas as pesquisas e perder nas urnas? Dá pra fazer!”.

Vídeos também ganharam força, edições caseiras e simples, mostrando fatos antigos que sem essa mídia não seriam vistos nem lembrados. O twitter também ganhou força com as hashtags que viralizaram muitas coisas que os candidatos nem esperavam.

O aprendizado que fica aos políticos é que suas estratégias devem ser pensadas além dos palanques, ruas, TV, jornais e sites.

A pergunta que perdura ao poder público e ao mesmo tempo uma dica para nós usuários e eleitores:
Como Udo e sua equipe irão gerir as redes sociais para mostrar os resultados dos seus planos para nossa cidade?

Anderson de Andrade
CEO da A2C

Você já ouviu falar em “Gamification”?

Esse é um termo usado quando a “vida real” ganha o formato de um jogo, transformando, por exemplo, uma ação corriqueira numa missão. É como se cada etapa do dia a dia fosse uma fase.

A nova técnica já foi aplicada por marcas que queriam estreitar sua relação com os clientes. No ano passado, por exemplo, uma rede americana de fast food, Buffalo Wild Wings, propôs um desafio para os clientes: postar fotos nas redes sociais tiradas dentro das lojas da Buffalo, com fãs de times de basquete adversários aos seus.

As fotos somavam pontos que podiam ser trocados por prêmios – as maiores pontuações ganhavam ingressos para os jogos das finais da NBA. Com essa ação, a empresa conseguiu fazer com que os clientes voltassem às lojas com mais frequência e gerou uma mídia espontânea com sua marca.

A principal função do Gamification é exatamente essa: transformar as ações do dia a dia em algo mais divertido, como nos jogos. Além disso, tem várias vantagens para quem quer criar uma maneira diferente de divulgar sua marca.

Veja no infográfico abaixo como jogar:

Arraiá A2C

Nosso Arraiá de sexta-feira, 29/06, foi pra lá de bom. Teve muita comida típica, enfeites e a animação da galera, que nunca pode faltar. E olha que teve até um versinho do Analista de Negócios, Charles Müller, confira!

- ô cumpadi, quanto tempo sô
- ôooo munto tempo, sim sinhô
- sumido tá pelo trabaio?
- é, nem jogo mais baraio
- o que é mermo sua profissão?
- lido ca internet e na comunicação
- eu inda lido cos milho na prantação
- vixi, prantá e vendê suzin é muito sufocado
- qui nada, agora sô cooperado
- muito bom disso sabê
- e que mar pregunte, donde trabaia vóis micê?
- eu trabaio na A2C
- e lá faiz o quê? de internet num sô entendido
- expricá fácir eu consigo
- cumpadi pranta semente e colhe milho espigado, na A2C nóis pranta iDeia e colhe os resurtado.